Parece Bruxedo!
É o Vitor Pontes que não perde com o Benfica, é o campeonato que já não é ganho há 11 anos.
Porra pá!... A coisa a até estava mais ou menos a jeito para ser desta (seis pontos de vantagens a seis jornadas do fim). Mas não... dois jogos com equipas do meio da tabela e desperdiçam-se cinco pontos.
Tal como em Vila do Conde os encarnados voltaram a não jogar mal, criando quatro ou cinco situações de golo flagarante, só que houve mais um guarda-redes (este até é o habitual suplente) a fazer o jogo do campeonato frente ao Benfica.
Não pode servir de desculpa, pois este ano também já beneficiamos de más exibições de guarda-redes, como no caso da deslocação a Setubal. Os avançados é que não podem ser tão perdulários, têm que finalizar à boca da baliza, sob o risco de vermos mais um caneco a passar para as mãos da concorrência.
Nuno Gomes voltou a repetir o desperdício frente a frente com o guarda-redes, mostrando estar em baixo de forma, na melhor ocasião da equipa. Mas outros lhe seguiram o exemplo. Trapatonni não queria acreditar. Nem eu!
Curiosamente, apesar dos resultados não aparecerem e de um início de época triste, Trapatonni parece, finalmente, ter caído na boa graça dos Benfiquistas que dizem que ele não pode fazer nada, perante tanto desperdício.
Talvez. Para além do trabalho semanal, Trapatonni não pode mesmo marcar golos nos jogos. Mas dar ideia de dominar o adversário, ter mais posse de bola e criar ocasiões de golo, numa altura em que a "eficácia" é quem mais ordena no futebol mundial, já não chega. A equipa precisa de espírito vencedor, garra, entrega e de "comer relva" (pois lá estou eu a falar do Camacho), tal como precisa de um grande ponta de lança. Nota-se bem!
Trapatonni mostrou que não tem esses atributos, ao não tirar um defesa para fazer entrar um avançado, quando pela frente tinha um Leiria que passou 45 minutos só com o Krpan a libertar-se no ataque. Para quê quatro defesas só para um avançado? Se fosse para tirar proveito da estatura de Luisão na área contrária, compreendia-se... só que o brasileiro só nas bolas paradas subia à àrea contrária.
Sinceramente... acho que o Italiano devia ter arriscado mais, nomeadamente na última substituição. Não o fez e ainda chegou ao empate, mas a diferença para a derrota tambem não é muita.
P.S: Gostava de ter ganho este jogo. A vitória era para o baixinho "faz barulho" da cidade do Liz.
Porra pá!... A coisa a até estava mais ou menos a jeito para ser desta (seis pontos de vantagens a seis jornadas do fim). Mas não... dois jogos com equipas do meio da tabela e desperdiçam-se cinco pontos.
Tal como em Vila do Conde os encarnados voltaram a não jogar mal, criando quatro ou cinco situações de golo flagarante, só que houve mais um guarda-redes (este até é o habitual suplente) a fazer o jogo do campeonato frente ao Benfica.
Não pode servir de desculpa, pois este ano também já beneficiamos de más exibições de guarda-redes, como no caso da deslocação a Setubal. Os avançados é que não podem ser tão perdulários, têm que finalizar à boca da baliza, sob o risco de vermos mais um caneco a passar para as mãos da concorrência.
Nuno Gomes voltou a repetir o desperdício frente a frente com o guarda-redes, mostrando estar em baixo de forma, na melhor ocasião da equipa. Mas outros lhe seguiram o exemplo. Trapatonni não queria acreditar. Nem eu!
Curiosamente, apesar dos resultados não aparecerem e de um início de época triste, Trapatonni parece, finalmente, ter caído na boa graça dos Benfiquistas que dizem que ele não pode fazer nada, perante tanto desperdício.
Talvez. Para além do trabalho semanal, Trapatonni não pode mesmo marcar golos nos jogos. Mas dar ideia de dominar o adversário, ter mais posse de bola e criar ocasiões de golo, numa altura em que a "eficácia" é quem mais ordena no futebol mundial, já não chega. A equipa precisa de espírito vencedor, garra, entrega e de "comer relva" (pois lá estou eu a falar do Camacho), tal como precisa de um grande ponta de lança. Nota-se bem!
Trapatonni mostrou que não tem esses atributos, ao não tirar um defesa para fazer entrar um avançado, quando pela frente tinha um Leiria que passou 45 minutos só com o Krpan a libertar-se no ataque. Para quê quatro defesas só para um avançado? Se fosse para tirar proveito da estatura de Luisão na área contrária, compreendia-se... só que o brasileiro só nas bolas paradas subia à àrea contrária.
Sinceramente... acho que o Italiano devia ter arriscado mais, nomeadamente na última substituição. Não o fez e ainda chegou ao empate, mas a diferença para a derrota tambem não é muita.
P.S: Gostava de ter ganho este jogo. A vitória era para o baixinho "faz barulho" da cidade do Liz.




